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Matemática é Fácil! Aulas Particulares em SP

- 18 de agosto de 2015 Sem comentários
Apesar de sua importância e nossa total dependência da Rainha das Ciências, como é conhecida, a Matemática ainda é a disciplina escolar com grande índice de rejeição pelos alunos. Pode haver alguns fatores que resultam nessa rejeição, no qual podemos destacar a falta de uma cultura escolar e que incentive o ensino da Matemática, mostrando concretamente a sua importância em nossa vida, nosso cotidiano, nossa sociedade. Falta essa cultura em nossa família, no sistema educacional, na mídia, na sociedade. Sempre digo sociedade, pois a Matemática é social. Desde o homem pré – histórico já se usava a Matemática. Desde as primeiras civilizações da humanidade, já se usava a Matemática. Chegamos em todo progresso da humanidade hoje graças as ciências, e toda ciência é feita de Matemática. Se hoje usamos o computador, notebook, celular, tablet ou outro aparelho eletrônico para ler esse texto, é graças a Matemática.

Matemática é Fácil! Aulas Particulares em SP


Devido ao déficit educacional de nosso país, no qual muitos alunos não conseguem aprender Matemática corretamente (seja pela falta de didática do professor, pela falta de interesse do aluno ou pela indisciplina que não permite que o professor ensine direito e que o aluno aprenda), entra a necessidade da aula particular ou do reforço escolar. A aula particular é extremamente importante, pois nela o professor consegue dar atenção total ao aluno, e o aluno se sente a vontade em sanar todas as suas dúvidas, havendo uma reciprocidade entre aluno e professor no processo ensino – aprendizagem assim como deveria ser em sala de aula, além de uma relação de confiança. Em nosso artigo: Aula particular e sua importância, abordamos bem esse tema.

Apresentação


Meu nome é Jefferson Santos, sou professor de Matemática da rede municipal de ensino em SP. Sou formado com Licenciatura Plena em Matemática e com Pós Graduação em Finanças e Banking, e também Pós Graduação de Formação em Educação a Distância, todos pela Universidade Paulista – UNIP, instituição que trabalhei por mais de 2 anos em ensino a distância, e resolvi sair de lá para empreender nas aulas particulares, um trabalho extremamente gratificante. Os próximos objetivos, para ajudar muito mais em meu trabalho com a aprendizagem dos alunos, são cursar Licenciatura em Pedagogia e Pós Graduação em Psicopedagogia, no qual já pretendo iniciar no próximo ano. Outros objetivos também são lecionar por Skype, gravar videoaulas e fazer uma apostila de Matemática para concursos públicos, que servirá também para os demais níveis de ensino.

Trabalhos


As aulas particulares que leciono são para Ensino Fundamental, Médio e Concursos Públicos, além de aulas preparatórias para vestibulares, ENEM, ETEC e outros processos seletivos. Em alguns cursos superiores que tenham revisão da Matemática do Ensino Médio, também leciono. As aulas particulares são feitas em domicílio, na residência do aluno, em bibliotecas públicas ou em empresas. Para as aulas de reforço escolar, trabalho com o material do aluno (livros, apostilas, lições e listas de exercícios) e com meus livros didáticos. Para aulas preparatórias de concursos públicos, trabalho com apostila de concursos, livros didáticos, e diversas provas de concursos anteriores que eu imprimo e resolvo, além de imprimir e resolver alguma prova específica que o aluno precisar.

Caso precisarem de aulas particulares de Matemática em SP, estou a disposição para maiores esclarecimentos neste blog, nos perfis das redes sociais com links que estão aqui, pelo Facebook, no Google Plus, no Twitter ou pelo Linkedin, e também no e-mail: contato@matematicaefacil.com.br.

Conheça também meu portfólio no link que também está neste blog. 


Grande abraço e bons estudos!


Matemática é Fácil! Aulas Particulares em SP

06 de Maio – Dia Nacional da Matemática

- 6 de maio de 2015 2 comentários
Com tamanha importância no progresso da humanidade, nada mais justo que homenagear a Matemática com um dia dedicado a ela. Apesar disso, um dia pouco conhecido ou totalmente desconhecido pela população, mesmo com a total dependência diária que temos na “Rainha das Ciências”. 

06 de Maio – Dia Nacional da Matemática


Idealizado pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática – SBEM, no dia 06 de maio é comemorado o Dia Nacional da Matemática. É uma data comemorada a muito tempo pela SBEM, mas só foi oficializada em alguns estados brasileiros em 1994, por meio da lei nº 2501. A nível nacional, foi apresentado um projeto no dia 05 de maio de 2004 pela deputada Raquel Teixeira, porém, somente no dia 26 de junho de 2013, a Presidente da República, Dilma Roussef, sancionou a lei nº 12.835, que instituiu oficialmente em todo o território nacional, o Dia Nacional da Matemática.

O objetivo desse dia era que o Ministério da Educação e Cultura incentivasse atividades culturais e educativas nessa data, além de um momento de reflexão sobre a Educação Matemática, incentivando os professores e estudantes a cultivar a cultura e o saber. 

Como disse o professor de Matemática e meu amigo Edigley Alexandre, é uma data bastante conturbada para fazer alguma atividade diferenciada. Isso devido ser fechamento de um bimestre (com provas a aplicar e corrigir, com notas a digitar, com reunião de pais, entre outros) e início de um planejamento para outro bimestre. Além disso, é uma data não valorizada por nossos governantes, pelo nosso sistema educacional e pela nossa sociedade. Arrisco dizer que é uma data desconhecida por 90% da população, inclusive por muitos professores, entre eles, de Matemática. Na época que eu estudava na universidade, nunca ouvi dizer nada sobre essa data, assim como nunca ouvi dizer em nenhuma escola que trabalhei nesses 10 anos de caminhada na educação. 

Dizem tanto sobre a necessidade de reformar nosso sistema educacional, e essa data também deveria ser uma das prioridades dessa reforma. Afinal, como sempre digo aos meus alunos, necessitamos de Matemática desde a hora que acordamos até a hora de dormir, com dezenas ou centenas de ações diárias que envolvem Matemática, mesmo sem perceber. Inclusive a roupa e o calçado que usamos, a casa que moramos, o computador que está sendo utilizado para ler este artigo, entre diversas outras coisas. A História da Matemática nos mostra muito bem essas necessidades, e inclusive isso deveria ser trabalhado nas escolas. 

O dia 06 de maio foi escolhido para essa data, devido ao nascimento do grande professor Júlio César de Mello e Souza, mais conhecido como Malba Tahan. As obras dele, dizem por si só todo o merecimento dessa homenagem. Leia a postagem sobre a vida do professor Júlio César. Como disse na postagem em homenagem a ele, por sempre prestigiar o trabalho de Malba Tahan, procurei sempre, ao longo de minha caminhada profissional, lecionar em consonância ao estilo desse grande professor, enaltecendo a História da Matemática, mostrando aos alunos a importância e aplicações em nosso cotidiano, bem como jogos, agrupamentos produtivos e lembrando que o processo de ensino/aprendizagem da Matemática não são apenas cálculos, afinal, Matemática é uma necessidade social. 

Espero que um dia nossos governantes e nossa sociedade entenda e valorize a grande importância da educação, assim como a grande importância da Matemática em nossas vidas, e que as ações propostas na lei nº 12.835 sejam realmente planejadas e executadas por todos nós. 





Uma breve História da Educação no Brasil

- 18 de fevereiro de 2015 Sem comentários
Continuando as postagens sobre a História da Educação, agora falaremos uma breve História da Educação no Brasil. 

Com a chegada dos padres jesuítas é iniciada a educação no Brasil. Com o intuito da propagação da fé cristã, os jesuítas foram praticamente os únicos educadores do Brasil por 210 anos. Embora fundaram inúmeras escolas primárias, tanto para os filhos dos colonos quanto para os filhos dos índios, além da pacificação e catequização desses, a prioridade dos jesuítas sempre foi a escola secundária, em que eles organizavam uma rede de colégios reconhecida por sua qualidade, alguns dos quais chegaram mesmo a oferecer modalidades de estudos equivalentes ao nível superior. 


Uma breve História da Educação no Brasil



Com a chegada de D. João VI e da Família Real, em 1808, a educação e a cultura tomaram novo impulso, com o surgimento de instituições culturais e científicas, de ensino técnico e dos primeiros cursos superiores, como os de Medicina nos estados da Bahia e Rio de Janeiro. Todavia, a obra educacional de D. João VI, importante em muitos aspectos, voltou-se para as necessidades imediatas da corte portuguesa no Brasil. As aulas e cursos criados, em diversos setores, tiveram o objetivo de preencher demandas de formação profissional. Esta característica haveria de ter uma enorme influência na evolução da educação superior brasileira. A política educacional concentrou nas demandas da corte, continuando a marginalizar o ensino primário. 

Na década de 1920, devido ao panorama econômico-cultural e político que se delineou após a Primeira Guerra, o Brasil começou a se repensar. Em diversos setores sociais, as mudanças foram debatidas e anunciadas. O setor educacional participou do movimento de renovação, onde inúmeras reformas do ensino primário foram feitas em âmbito estadual. Surgiu e primeira grande geração de educadores, Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, Lourenço Filho, Almeida Júnior, entre outros, que lideraram o movimento, tentaram implantar no Brasil os ideais da Escola Nova e divulgaram o Manifesto dos Pioneiros em 1932, documento histórico que sintetizou os pontos centrais desse movimento de ideias, redefinindo o papel do Estado em matéria educacional. Surgiram nesse período as primeiras universidades brasileiras, do Rio de Janeiro em 1920, Minas Gerais em 1927, Porto Alegre em 1934 e a Universidade de São Paulo em 1934. Esta última constituiu o primeiro projeto consistente de universidade no Brasil e deu início a uma trajetória cultural e científica sem precedentes. 

A partir daí inaugurou um novo período autoritário, o sistema educacional brasileiro passou por mudanças significativas, destacando-se entre elas o surgimento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), a instalação do Conselho Federal de Educação, campanhas e movimentos de alfabetização de adultos, além da expansão do ensino primário e superior. Na fase que precedeu a aprovação da LDB/61, ocorreu um grande movimento em defesa da escola pública, universal e gratuita, mas o movimento de 1964 interrompeu essa tendência. 

A Constituição de 1988, promulgada após amplo movimento pela redemocratização do País, procurou introduzir inovações e compromissos, com destaque para a universalização do ensino fundamental e erradicação do analfabetismo.



História da Educação

- 24 de janeiro de 2015 Sem comentários
Em algumas postagens, começando por esta, falaremos um pouco sobre a história da educação, dando um enfoque na educação tradicional (presencial) e na educação a distância (EAD), modalidade de ensino não tão nova como parece e que está cada vez mais frequente no Brasil e em praticamente todos os países desse planeta.

Breve história da educação

A história da educação faz parte da história da humanidade. Desde os primórdios da civilização, a educação atendeu a determinados objetivos do ser humano, que correspondiam a sua visão de mundo. 

Nas chamadas sociedades primitivas ou sociedades tribais, a educação e a cultura eram transmitidas de maneira informal, atingindo a todos os indivíduos, pois baseava na cultura do povo. Nas sociedades mais complexas, a educação formal deixa de lado as atividades diárias e assume um caráter intelectualista, destinando-se apenas à elite. 

As classes inferiores não tinham prioridade na educação, pois a elas era destinado o trabalho braçal. Com o passar do tempo, essas classes inferiores tiveram acesso a educação, mas somente para saber ler e escrever. Atualmente, estamos na época na qual chamamos de universalização do ensino. 

Para uma compreensão efetiva dessa universalização do ensino se faz necessário remeter ao contexto histórico de como foi a educação. 

Nas sociedades tribais não havia governo, classes sociais, escrita, comércio, entre outros, portanto, não havia necessidade de existirem escolas, mas existia a educação. A educação tribal ou primitiva ocorria de forma espontânea, ou seja, crianças ou jovens aprendiam com os mais velhos suas atividades cotidianas, como a caça, a pesca, a agricultura, os fenômenos da natureza, e principalmente, os rituais sagrados. 

O saber era aberto para todos, pois a terra pertencia a todos e o trabalho e seus produtos eram coletivos. 

Já a sociedade oriental surgiu o início da civilização, tornando uma sociedade mais complexa e formando a divisão das classes sociais e o aparecimento do Estado. 

Com o passar do tempo, devido ao desenvolvimento dessas civilizações, tanto na agricultura e comércio (inclusive estimulando o contato entre elas), surgiu a necessidade da invenção de uma das coisas mais importantes da humanidade: a escrita. Monopolizada pelos povos do Egito, China, Babilônia e Índia, a escrita era um saber que representava poder. 

Na educação clássica, apesar de não ser ministrada às moças e aos filhos dos cidadãos que tinham que trabalhar para viver, é considerada “liberal”. Era ministrada aos pobres e aos ricos, e na educação primária estudava-se literatura, música e atletismo. Só os mais ricos tinham acesso à educação secundária, e lá recebiam ensinamentos de matemática, ciências, literatura, política e filosofia. 

Aos dezoito anos, ingressavam, por dois anos, no serviço militar (Efebia) e, ao sair, continuava seus estudos, por sua própria vontade, de uma maneira informal, com os mestres ambulantes (sofistas), com palestras nas praças do mercado, com atividade física no ginásio, ou formalmente, indo por exemplo à Academia de Platão ou ao Liceu de Aristóteles em Atenas. 

A educação “liberal” favoreceu o individualismo, antes privilégio de reis e sacerdotes no Oriente Antigo. Os homens (principalmente em Atenas) passam a assumir a própria identidade, e com outra mentalidade, passam a perseguir a liberdade. Apesar dessa eclosão do pensamento crítico, somente 10% da população tinham o conhecimento e o poder. Dos quase 500 mil habitantes de Atenas, 300 mil eram escravos e 50 mil eram metecos (estrangeiros), também excluindo as mulheres e as crianças.

História da Educação


Na Idade Média abarca um período de mil anos, desde a queda do Império Romano (ano 476) até a tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453. Foi um período em que houve pouquíssimo avanço nas ciências, pois foi uma educação totalmente religiosa. Os cursos eram oferecidos em latim e só os filhos dos nobres estudavam. A educação funcionava nas igrejas, catedrais, escolas monásticas e mosteiros. O caráter é essencialmente religioso, dogmático, predominado por matérias abstratas e literárias, com prejuízo a educação intelectual e científica. 

Diferente do que foi a educação no período medieval, no Renascimento, após o século XV, retoma-se o conhecimento greco-romano, criando a educação humanista, significando a imagem do homem e da cultura, assim deixando espaço ao desenvolvimento do pensamento crítico e livre, ao contrário das concepções teológicas e de autoridade da Idade Média. As matérias científicas retornam ao currículo, embora ainda em segundo plano, surgindo o colégio humanista, uma escola secundária onde são estudados o latim e o grego. 

Em meados do século XVII, surgem novos conhecimentos, principalmente nas ciências. Com as ideias do racionalismo e do renascimento científico, surge a Educação Realista, buscando métodos diferentes a fim de tornar a educação mais agradável e ao mesmo tempo eficaz na vida prática. Ser realista (do latim res, “coisa”) significa privilegiar a experiência, as coisas do mundo e dar atenção aos problemas da época. A pedagogia realista é contrária da educação antiga, excessivamente formal e retórica. Prefere o rigor das ciências da natureza e busca superar a tendência literária e estética própria do humanismo renascentista. 

No Século das Luzes (o Iluminismo), meados do século XVII, Luzes significam, o poder da razão humana de interpretar e reorganizar o mundo. É um período muito rico em reflexões pedagógicas. Com base nas ideias de Jean-Jacques Rousseau, a educação naturalista teve influência decisiva na educação moderna. Para Rousseau, são pressupostos para a educação: a liberdade, a atividade pela experiência, a diferença entre a mente da criança e do adulto, uma educação integral que atenda aos aspectos físicos, intelectuais e morais. Mas além de Rousseau, tivemos muitos outros pedagogos e filósofos que contribuíram muito para nossa educação, como Voltaire, D’Alembert, Diderot, Pestalozzi, entre outros. 

No século XVIII, a Revolução Industrial começa a alterar a o mundo do trabalho, enquanto no século XIX percebeu-se o impacto de todas essas mudanças. Com o crescente capitalismo industrial, a classe proletária cresce em tamanho, mas não tem acesso aos benefícios da burguesia, surgindo o pensamento socialista. Como o fenômeno do capitalismo, criou-se grande expectativa com respeito à educação, devido a complexidade do trabalho exigir qualificação da mão-de-obra. A educação nacional pressupôs a responsabilidade do Estado para o estabelecimento da escola primária elementar universal, leiga, gratuita e obrigatória. Com a expansão da rede escolar, um dos objetivos dos educadores era formar a consciência nacional e patriótica dos cidadãos. 

Atualmente, fala-se em educação democrática, pois pressupõe-se que, na maioria dos países a educação primária já seja universal, gratuita e obrigatória. 


Na próxima postagem, falaremos um pouco da História da Educação no Brasil.